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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Choro, agressividade... estresse.


Choro, agressividade, medo, podem ser sintomas do estresse que atingem também crianças e adolescentes.
Se a criança anda irritada, agressiva e não consegue ficar parada. Atrapalha as aulas, não presta atenção em nada e as notas começam a piorar. Isso pode não ser apenas indisciplina, mas estresse.
O problema também se manifesta em crianças e adolescentes em idade escolar e os sintomas se confundem com mau comportamento, rebeldia ou hiperatividade.
O estresse reduz a imunidade, enfraquecendo o organismo. É porta de entrada para a depressão, por isso precisa ser logo identificado.
O excesso de atividades pode ser um dos causadores do estresse na classe média. Mas outras causas podem ser: o trabalho para ajudar os pais, cuidar dos irmãos menores e das tarefas domésticas, ir para a escola com fome, viver em locais de risco ou ter que tirar boas notas sem contar com ninguém para ajudar nas tarefas escolares.

É preciso lembrar que criança precisa de tempo para brincar.

Fique atento ao comportamento de seu filho ou aluno.
Os sintomas mais freqüentes são:
Demonstração de vários medos
Dificuldade de concentração
Pesadelos e dificuldade para dormir
Choro
Agressividade e irritabilidade
Isolamento e falta de prazer em estar com os amigos
Sensibilidade a críticas

Nesse caso, a paciência é fundamental. Converse com a criança, mas sem forçar o diálogo.
Seja paciente! Gritar pode piorar o estado emocional da criança ou do adolescente.


Mais sobre o assunto no livro:
Crianças Estressadas: Causas, Sintomas e Soluções, de Marilda E. Novaes.
Um livro interessante da Editora Papirus

 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Inquieta ou hiperativa?


Sintomas de desatenção e hiperatividade ansiosa podem ser considerados normais em crianças que acabaram de passar por situações traumáticas, como a perda de uma pessoa querida. Nesses casos, em geral as manifestações são passageiras. O que diferencia do transtorno de déficit de atenção é a duração do problema. É preciso ficar atento, pois se durar mais de cinco ou seis meses, pode ser sinal de que a desatenção é provocada não por questões pontuais, mas por distúrbios mais profundos.
A principal característica dos alunos que possuem transtorno de déficit de atenção é a dificuldade de ser concentrar e manter o foco.
Alunos que apresentam essa síndrome distraem-se com qualquer estímulo, como uma buzina de automóvel ou uma pessoa que passa.

Como lidar com essas crianças

  • Verifique se a criança tem problemas auditivos ou visuais que prejudicam a atenção
  • Ao falar com ela, olhe-a nos olhos e leve suas dúvidas em consideração
  • Ajude-a a organizar cadernos, pesquisas e atividades em sala. Divida o trabalho em pequenas tarefas e ensine a utilizar de forma sistemática agendas e cronogramas
  • Estimule e elogie pequenos avanços, para melhorar sua auto-estima
  • Encaminhe-a à avaliação psicológica.
Fonte: Revista Nova Escola

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Conflitos na sala de aula

Conflitos, dentro ou fora da sala de aula, fazem parte das relações humanas. Às vezes, são maneiras que o aluno encontra para se expressar.
O assunto foi abordado anos atrás pela Revista Nova Escola. E tratava da importância de não se tomar partido nem dar castigo a nenhum dos envolvidos, principalmente quando houver agressão, deve-se buscar uma solução que satisfaça ambas as partes.
O ideal é trabalhar o problema com a turma e com os envolvidos em particular, para que a situação não se repita. É importante conversar com as duas partes separadamente e só depois colocá-los frente a frente.


Na hora da briga o melhor a fazer é:

- Separar os envolvidos do grupo;
- Não tomar partido;
- Conversar com cada um separadamente;
- Estimular o aluno a pensar no que o outro pode ter sentido;
- Perguntar o que ele poderia ter feito para evitar o conflito;
- Colocar os dois frente a frente e refazer as perguntas;
- Pedir sugestões para que o fato não aconteça mais.

Fonte: Revista Nova Escola, Dez/2003